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2. Como entrei no mundo do streaming

  • há 3 dias
  • 2 min de leitura

A história real por trás do início da minha trajetória no OTT. Uma história onde tecnologia, oportunidade e visão se cruzaram.





Meu caminho no streaming: a história que ninguém conhece


Muito antes de meu nome aparecer em notícias, investigações ou processos judiciais, existia algo muito mais simples: uma oportunidade tecnológica.


Uma grande empresa norte-americana, com a qual tenho um contrato de NDA que me impede de revelar seu nome, buscava uma solução de streaming, especificamente OTT, para competir em nível nacional dentro dos Estados Unidos. Eles já utilizavam várias tecnologias desenvolvidas pela minha empresa, America Telecom & Streaming Corporation, tanto em sua rede 4G/5G quanto em suas redes de fibra óptica.


Entre nós existia um acordo muito claro:

toda tecnologia nova deveria ser oferecida primeiro a eles.

Se eles recusassem, eu poderia explorá-la em outros mercados fora dos Estados Unidos.


Esse acordo mudou a minha vida.


Quando essa empresa viu minha proposta para um sistema OTT otimizado, com menor peso, maior estabilidade e um desenho de engenharia de tráfego superior, eles me pediram algo muito simples, mas poderoso:


“Registre as licenças em seu nome. Entre na associação de proprietários.

Negocie diretamente. Depois, traga o contrato para nós.”


Eu entrei na associação não como qualquer pessoa, mas recomendado por uma das maiores empresas do país, com um portfólio de milhões de usuários por trás.

Isso me deu algo que quase ninguém tem neste mercado:


Negociação com volume real.

Preços incomparáveis.

E acesso direto ao coração do OTT norte-americano.


Formalizamos o contrato em nome da America Telecom, conforme as condições estabelecidas pelo NDA.

E, segundo o acordo entre as partes, eu poderia explorar comercialmente essa tecnologia em qualquer país do mundo, desde que o uso em território norte-americano fosse exclusivo para eles.


Esse foi o ponto de partida.


Com tecnologia de última geração, canais otimizados, uma largura de banda radicalmente menor que qualquer concorrência regional e preços impossíveis de igualar, percebi que tinha em minhas mãos um nicho gigantesco.


América Central.

Caribe.

América do Sul.


Mercados inteiros onde o OTT estava atrasado, monopolizado ou simplesmente mal compreendido.


Minha estratégia foi clara:

não competir contra os operadores, mas trabalhar junto a eles.


Provedores de internet, operadoras de cabo, pequenas empresas locais.

Era uma oportunidade para modernizar regiões inteiras, introduzir tecnologia real e, pela primeira vez, oferecer um serviço estável com preço justo.


Assim começou tudo.


Sem escândalos.

Sem conspirações.

Sem política.


Somente tecnologia.

Somente trabalho.

Somente visão.

 
 
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